Declarou em em um Discurso oficial
Superintendente de Relações do Trabalho, Sylvia Lorena Teixera de Souza, cita, em debate na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, estudos que demonstram desvantagens do fim da escala 6x1 para o setor econômico brasileiro
A Superintendente de Relações do Trabalho, Sylvia Lorena Teixera de Souza, argumenta na Câmara dos Deputados, na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, no dia 07.04.2026, sobre a PEC 221/19, a qual reivindica e defende o fim da jornada de trabalho 6x1 e propõe a redução de 44h a 40h semanais trabalhadas. Sylvia se apoia no estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada no mesmo dia, que diz que a redução da jornada de trabalho de 44h semanais para 40h pode resultar em uma queda de cerca de 0.7% do PIB (Produto Interno Bruto), o que representa uma perda de ordem de 76 bilhões para a economia brasileira. O dado foi trazido por Sylvia, no debate, para defender a premissa de que a PEC 221/19 “não trata de um ajuste marginal, mas sim, de uma mudança com efeitos sistémicos”, dessa forma, sustenta a conclusão de que “essa alternativa não favorece o crescimento econômico, a competitividade, a geração de empregos e melhor qualidade de vida na sociedade”. Ela, portanto, enfrenta a argumentação de que a simples redução de jornada, por si só, geraria mais empregos ou elevaria automaticamente a produtividade, que segundo a superintendente, não encontra respaldo em evidências. Ela defende que: deve-se primeiro crescer, aumentar a produtividade e depois ter a diminuição da jornada de trabalho como consequência disso. Para ela, diminuir a jornada seria uma iniciativa que inverteria a lógica. “A redução sustentável da jornada deve ser consequência e não ponto de partida de ganhos de produtividade, por isso, o caminho mais responsável é fortalecer os ajustes coletivos adaptados aos determinados setores e trabalhadores”, diz Sylvia.
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